Leiam o artigo sobre depressão pós-parto no blog da Ângela Rios

Autor: Dr. Leonardo Palmeira

Psiquiatra pela faculdade de medicina da UFRJ com especialização e pós-graduação em Psiquiatria pelo Instituto Philippe Pinel, Rio de Janeiro. Membro Titular da Associação Brasileira de Psiquiatria e Membro da Sociedade Internacional de Pesquisa em Esquizofrenia (Schizophrenia International Research Society) desde 2005. Autor do livro "Entendendo a Esquizofrenia.

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6 Comentários

  1. >Olá!!
    Gostaria de parabeniza-lo pelo blog!
    Excelente!
    E obrigada por participar do meu!

    Já estou divulgando o seu blog e tenho certeza que vai ser uma excelente utilidade tanto para mim quanto para as mamães e familiares.

    Obrigada por compartilhar!

    Julien.
    http://www.depreposparto.blogspot.com
    jubaida@hotmail.com

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  2. >Dr.leonardo,

    Vejo o que sr. tem um interesse muito peculiar na relação entre mães e filhos, amamentação e agora depressão pós parto. Não tenho nada contra, mas eu tenho interesse em saber sobre pessoas com esquizofrenia, que não podem amamentar porque tomam remédios que aumentam a prolactina, é um risco ter filhos por podem nascer com os mesmos problemas congênitos, fora outros riscos porque irá passar a mãe e o bebê, visto que os antipsicóticos são venenos. Por todas estas razões, é mais prático adotar um criança, o custo benefício vai ser melhor no final. Eu sei a despesa que dou para o meu pai de médicos e medicamentos, isso não é nada fácil. Antes de ficarem ansiosos por ter um filho pense se realmente vale a pena ter um filho nestas condições.

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  3. >Prezado Doutor,

    Há 5 anos venho lutando com uma doença. Tive uma grvidez aos 42 anos, já saí do hospital com muita dor de cbeça. No final da gestação já estava com pressão alta e foi necessário um repouso. No nascimento a criança ingeriu o líquido aminiótico, causando uma unfeecão muito forte. No mesmo dia da alta, a criança já foi internada muito ruim,tendo que ir para aparelhos diferentes, achei que ela não aguentaria.
    Um dia fui num salão me ajeitar um pouco, lá mesmo ocorreu o primeiro desmaio, não me lembro de nada, dizem que saí andando do hospital após ser medicada.
    Aí começou a minha história, não queria sair de casa, ou não queria ficar em casa, passei a ter medo de tudo, de morrer, às vezes olhava no espelho e não me conhecia.
    Tratamento, remédios controlados, passei praticamente 3 anos quase que dormindo. Morava em RO nesta época, depois nos mudamos para o RS e continuei com as crises. Não consigo explicar o que sinto, eu falo que é cabeça ruim, parece que não tem nada dentro dela, um apressõ forte na nuca, um cansaço muito grande, tonteiras, dores pelo corpo, `as vezes perda dememória. Lá fiz a primeira RM acusou gliose, fiquei internada…um no dfícil, ia em neurologista eles falavam que estas manchas brancas~é normal.
    Só sei que se arrasta, ano passado fiz outra RM acusou novamente gliose com isquemia e os mesmos sintomas.
    No momento ando deprimida, acho muito diffícil me aceitar e pela primeira vez não estou tendo força para enfrentr estas crises.
    Nao tenho um família que me apoia, tenho uma vida de stress grande, tem hora que penso em ir embora da minha casa e morar só com minha filha de 5 anos.
    Queria uma opinião e qual especialidade devo procurar e pelo que o Sr. estuda o que devo fazer? Que novos exames existem para diagnosticar melhor meu quadro. Só sei que não estou sbendo conviver com esta fraqueza, e esta pressão dentro da minha cabeça, tem hora que parece que tem algo puxando dentro do meu cérebro. Um cansaço forte, tenho de dormir, depois melhora um pouco. Mas ultimanente nem isso está ajudando.
    No momento uso sertralina de 100 mg – captopril – hidroclorotiazida – rivotril. Mas não estou vendo melhora.
    Por favor me ajude numa direção.
    Atualmente moro no ES e não conheço direito a medicina aqui.
    Gostaria de uma opinião do Senhor.

    Obrigada,

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  4. >Prezada,

    acho que o melhor seria procurar um psiquiatra, pois você relata muitos sintomas afetivos, do humor. Quanto aos exames, seria interessante repetir a RM com a espectroscopia e fazer uma testagem neuropsicológica, é uma forma de detalhar mais seu caso e tentar se aproximar mais de um diagnóstico definitivo, já que se trata há muito tempo sem ver nítida melhora. Seria importante que a família procurasse compreendê-la melhor, quem sabe frequentar algumas sessões com seu psiquiatra ou psicoterapeuta ou ler mais a respeito de seu problema. Boa sorte e um abraço!

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  5. >Cristina,

    muito obrigado pela indicação, muito bom o site! Fico feliz em ver que encontramos bons espaços na internet para dar apoio a quem precisa. Um abraço!

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